
Uma prostituta veio falar comigo em terríveis dificuldades, sem lar, doente, incapaz de comprar comida para si e para a filha de dois anos de idade.
Entre soluços e lágrimas, contou-me que estivera alugando sua filha — de dois anos de idade. — a homens interessados em sexo pervertido.
Ela ganhava mais alugando sua filha por uma hora do que poderia ganhar ela mesma em uma noite.
Tinha de fazê-lo, dizia, para sustentar o vício das drogas. Eu mal agüentava ouvir a sua sórdida história. Havia outra coisa, eu me sentia legalmente responsável — tenho de denunciar casos de abuso contra crianças. Mas naquele momento eu não tinha idéia do que dizer àquela mulher.
Finalmente, perguntei a ela se nunca havia pensado em ir a uma igreja para pedir ajuda.
Nunca me esquecerei do olhar assustado que perpassou seu rosto.
"Igreja!?", ela exclamou.
"Por que eu iria a uma igreja? Eu já me sinto terrível o suficiente,.
E eles vão fazer que eu me sinta ainda pior."
- maravilhosa graça,. philip yancey.
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